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4 de maio de 2011

Filosofia e Religião

Livro editado por Markus Gabriel e Stephan Zimmermann (ambos investigadores do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa), em colaboração com o Director de Estudos Filosóficos da Universidade de Heidelberg, Jens Halfwassen.
Ensaios de José Pedro Serra (Estudos Clássicos), Carlos João Correia (CFUL), Katia Hay (CFUL), Markus Gabriel (CFUL), Paulo Borges (CFUL), Cristina Beckert (CFUL) e Stephan Zimmermann (CFUL).
Neste livro - com ensaios em inglês e alemão - participam ainda Werner Beierwaltes (Munique), Axel Hutter (Munique), Jan Assmann (Heildeberg), Markus Enders (Freiburg), Jürgen Stolzenberg (Halle), Günter Zöller (Munique), Jens Halwassen (Heidelberg) e Friedrich Hermani (Tübingen).
A obra foi editada em Heidelberg (Winter Verlag).

12 de janeiro de 2011

27 de dezembro de 2010

11 de dezembro de 2010

A Questão de Deus. Ensaios Filosóficos

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O Valor de um Bach Autêntico

RESUMO
 Nesta obra discute-se o conceito de autenticidade como predicado de execuções de obras musicais no contexto da tradição clássica ocidental. Defende-se que o conceito de execução (simpliciter) de uma obra levanta problemas de relatividade e de indeterminação, visto a sua aplicação não ser completamente independente de considerações de valor estético, e de aspectos dos contextos histórico-musicais relevantes. Contesta-se o argumento a favor da necessidade da autenticidade na execução musical que elimina o debate acerca da extensão do conceito “execução autêntica de uma obra” reduzindo este conceito ao de instanciação correcta dessa obra. Sugere-se que o modo como o contexto histórico-musical actual delimita as fronteiras da correcção e da autenticidade na execução decorre de um equilíbrio entre dois tipos de interesse na execução enquanto prática artística: o interesse na obra executada como produto artístico do compositor, interesse que favorece a fidelidade à obra; e o interesse na execução como produto artístico do intérprete, interesse que favorece a liberdade criativa deste. É defendida a relevância de certas obrigações morais da parte dos intérpretes para com os compositores, mas também o carácter suplantável dessas obrigações, bloqueando-se assim a tese da autenticidade histórica como imperativo ético absoluto. Distingue-se autenticidade pessoal, enquanto criatividade e sinceridade do intérprete na execução, e autenticidade histórica, enquanto fidelidade da execução à obra, ao seu compositor, ou ao som de uma execução, às práticas musicais ou à experiência estética típicos do contexto original da obra. Argumenta-se contra a tese de que a execução historicamente autêntica tem vantagens a priori sobre outras espécies de execução em termos de propensão para gerar resultados esteticamente (musicalmente) mais satisfatórios. A promoção da autenticidade histórica pelo “movimento da execução historicamente informada” é analisada enquanto ideologia e prática artística. Conclui-se que a autenticidade histórica não é um ideal artístico defensável, uma vez que a prioridade da correcção histórica na execução é, em última análise, incompatível com prioridades estéticas.

ANTÓNIO LOPES
O VALOR DE UM BACH AUTÊNTICO. UM ESTUDO SOBRE O CONCEITO DE AUTENTICIDADE NA EXECUÇÃO DE OBRAS MUSICAIS


Lisboa: Gulbenkian, 2010

19 de novembro de 2010

Descobrir Buda

Novo livro de Paulo Borges, publicado pela Editorial Âncora (2010).
"Descobrir(-se) Buda, remover os véus que encobrem o que realmente somos e deixar que isso se manifeste plenamente, numa espontaneidade benéfica para todos os seres, é na verdade o único fim de todo o estudo e prática do chamado “budismo”, que neste sentido, mais do que uma filosofia ou religião, é uma via para nos libertarmos de todas as ilusões e cumprirmos o intemporal preceito, comum a Ocidente e Oriente: torna-te o que és." (Paulo Borges) 

2 de novembro de 2010

24 de maio de 2010

22 de janeiro de 2010

Longos dias têm cem anos. Vieira da Silva: um olhar contemporâneo



Ensaios de Ana Rita de Almeida Ferreira, Carlos Couto Sequeira Costa, Carlos João Correia, Cristina Azevedo Tavares, Delfim Sardo, Diane Daval Béran, Filipe Rocha da Silva, João Pinharanda, João Pedro Fróis, José Augusto-França, Luís dos Santos Ferro, Maria Filomena Molder, Maria Halkias, Maria José Paschoal, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, Maria Manuel Baptista, Nuno Júdice, Raquel Henriques da Silva, Rita Canas Mendes, Rui-Mário Gonçalves, Sílvia Rosado Correia, Teresa Qurino da Fonseca, Vasco Marques e Vanessa Brito.

20 de janeiro de 2010

Gramática do @mor tecnológico



Descrição do novo livro de Paulo Alexandre e Castro, investigador do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa: "O livro Gramática do @mor Tecnológico, traça os contornos do amor moderno. Não se trata de ditar as regras ou as normas de que se compôe uma língua, mas antes de estabelecer poeticamente as linguagens, os lugares, as situações em que se desenvolvem as novas relações amorosas tendo como pano de fundo os modernos meios tecnológicos, como as sms's, o messenger, os chat-rooms, as redes sociais. Utilizando uma linguagem urbana, despretensiosa, o livro intersecta o banal e o sublime, do gesto mais simples ao horizonte constitutivo dos sonhos. Partindo de uma pretensa situação amorosa, procura-se por vezes em tom irónico, re-velar os sentimentos e as emoções traçadas e geradas a partir do enamoramento cibernético, sem nunca deixar de salientar a importância desse sentimento que impele a vida: o amor. O amor tecnológico faz-se de rápidas ilusões, de efémeras expectativas, e desfaz-se na instantaneidade, na vertigem de um próximo amor, colocadas que sejam as (im)possibilidades de um dos sujeitos, e por isso fica a advertência final: «sofrer por amor pode ser prejudicial para si e para os que o rodeiam»."
Publicado no Porto, Papiro Editora.




19 de janeiro de 2010

Aesth/Ethica__Estética-Ética da Filosofia

















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Descrição: "Muito brevemente : Como é sabido , "Aesthetica", obra do leibniziano Baumgarten, de 1750,   inaugura, com este nome , um novo e imenso campo de forças e de possibilidades, o que não significa que não haja reflexão estético-filosófica-artística , anteriormente, e desde sempre. Para todos os efeitos, o baptismo da nomenclatura pertence a este filósofo, que a define, entre outras coisas, como "arte da analogia da razão", "arte de pensar belamente", e, mais importante para nós, como "arte da ficção", "heurística" e "cognição sensível" .
A partir deste novo espaço virtual e inventivo de "ficcionamento" filosófico, e atendendo ainda a uma epígrafe wittgensteiniana, que citamos, sobre a verdadeira produção filosófica através de "poemas" (tratando-se, aqui, de "Dichtung", ou seja, do estilo de investimento ficcional-poético da filosofia), propomos e jogamos com um novo termo, neologismo, seguido do subtítulo do nosso livro : o termo "Aesth/Ethica__ Estética-Ética da Filosofia", onde também ecôa a conhecidíssima e célebre proposição do filósofo do "Tractatus", imensamente glosada e discutida_ "Ética e Estética são uma e a mesma coisa" .
Não desejando entrar em argumentações e contra-argumentações (o "argumentum" é mais "argentum", acuidade e agudeza, diria Agamben), o Autor propõe-se instaurar uma topologia "poi_ética"-"estética" vitalista e infinitista, "vedutista" (cfr. o seu "Vedutismo", pedepagina, 2005), que abre para novos territórios semânticos e estilísticos, novas "formas do conteúdo" (Eco), as Vistas e janelas do pintor setecentista Guardi, que , não isentas da metaforicidade do conceito e do oxímoro que aqui mora, guardam secretamente segredos, espelhos anamórficos, olhares e partituras da alma, não descurando ainda a compreensividade e complexidade de toda a tradição metafísica , sobre ética e estética. Instala-se, deste modo, uma "crença", uma "pistis-sophia" poi_ética-estética quer sobre o Novo, o Raro , o Único, o Último, ou a clara noite do mundo, quer sobre o "Wit" e o "Witz", as sonoridades da cor (ou de um clarão do rosto), a Amizade, a Honra e a inteligência da Bondade.
Este livro , ou "deslivro" , em forma de "líricas" e musicais tópicas e Sonetos-sós, de Sentenças e Papéis da Alma, de Itinerários para a mente e de "Regulae" ou traços do "Homo-pictor", visa , por fim, a soberania simples de uma monadologia ética-estética da Alegria, uma nova "Epístola do Entusiasmo" (mesmo desesperado), da trans-imanência das "paixões alegres" , da energ_ética da criança da criação . Não se reconheçam nele "estados de alma" (e porque não?), mas mais um livro "despojado", do amor e do "ammmar", da "ama" e da "cria", da natureza das coisas e seres, e sobretudo do Outro, do Ser para o Dom e para a Dádiva .
Um "pobre "livro da alma branca que erra, sim, mas sempre em errância de Abismo e de Vida .

Nota : a capa e a fotografia da contra-capa (a pedido, insistente, do Editor, e tirada por um dos filhos do Autor_Francisco Lello Ortigão), e acima de tudo o pedido de inserção dos textos -excertos das badanas, tão generosos e que muito me honram, é também da responsabilidade do Editor da Fenda, o psicanalista Dr.Vasco Tavares Santos, a quem aproveito para dirigir uma palavra de amizade forte__ e , claro está, de errância e eticidade/ética_estética para a política da nova cidade. "

4 de janeiro de 2010

A Religião e o Ateísmo Contemporâneo




Nos finais do século passado era usual defender-se a ideia de que a religião, assim como as crenças que lhe estavam associadas, faziam parte da vida privada das pessoas e, como tal, poderiam ser compatíveis com as teses naturalistas do conhecimento científico. No princípio do século XXI e, em particular, com os eventos de 11 de Setembro, a situação tornou-se completamente distinta. A paz anterior entre as esferas religiosa e científica foi posta em causa quando se tornou evidente a existência de um novo tipo de fundamentalismo religioso que, em vez de defender a integridade dos seus valores, antes assumiu uma forma agressiva e violenta contra as sociedades tecnológicas. É neste quadro de “guerra cultural” que um novo movimento de ideias irrompe no Ocidente, habitualmente designado por “Novo Ateísmo”. Em vez da usual indiferença ateia em face das crenças ditas ingénuas e infantis da religião, o Novo Ateísmo afirma de uma forma directa e agressiva a sua intolerância em face das crenças religiosas. Esta tese é claramente assumida, entre outros pensadores, por Richard Dawkins, em particular na sua obra The God Delusion (2006). O presente livro visa analisar o alcance e os limites desta nova visão do mundo, apresentando caminhos alternativos à discussão que actualmente decorre.
Ensaios de Manuel João Pires, Carlos João Correia, Markus Gabriel, Lavínia Pereira, Maria Teresa Teixeira, Mafalda Blanc, Cristina Beckert, Katia Hay, Ana Cravo, Paulo Guedes, Paulo Borges e Petar Bojanić.

21 de janeiro de 2009

O Jogo do Mundo


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"Tenho o prazer de vos convidar para o lançamento do meu livro "O Jogo do Mundo. Ensaios sobre Teixeira de Pascoaes e Fernando Pessoa", apresentado pelo romancista e ensaísta Miguel Real, na próxima 2ªfeira, dia 26, pelas 18.30h, na Buchholz Chiado, no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, nº30 (ao Chiado)."
Paulo Borges