17 de julho de 2010
2 de julho de 2010
O que é o Vedanta?
No âmbito do curso de Filosofia e Estudos Orientais, o Swami Suddhananda (Suddhananda Foundation for Self-knowledge) dará uma prelecção no dia 21 de Julho (quarta-feira), pelas 18h, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras de Lisboa. Suddhananda é mestre do Vedānta e falará sobre o tema: "Happiness: here and now".
Resumo (em português) da conferência:
No âmbito dos princípios expressos na Bhagavad Gita, Upanishads, entre outros textos, serão abordados os seguintes temas fundamentais: a natureza e os mecanismos da mente e do corpo e suas ligações intrínsecas; o eu e sua relação com os seres e mundo à sua volta; a consciência que tudo “testemunha”.
Resumo (em português) da conferência:
No âmbito dos princípios expressos na Bhagavad Gita, Upanishads, entre outros textos, serão abordados os seguintes temas fundamentais: a natureza e os mecanismos da mente e do corpo e suas ligações intrínsecas; o eu e sua relação com os seres e mundo à sua volta; a consciência que tudo “testemunha”.
1 de julho de 2010
1ª Oficina Anual do LanCog
29 de junho de 2010
Sessão adiada para o dia 1 de Julho
As intervenções de Romana Valente Pinho e Amon Pinho ("O Oriente e o legado de Antero de Quental no Pensamento de António Sérgio" e "Da interpretação niilista de O Budismo ao Buda-Dharma e ao universalismo, percursos de Agostinho da Silva") foram adiadas para o dia 1 de Julho (quinta-feira), pelas 17h, no Anfiteatro IV da FLUL. Entrada livre.
22 de junho de 2010
Antero, Sérgio e Agostinho da Silva
No próximo dia 24 de Junho (quinta-feira), pelas 17h, no Anfiteatro II (2) da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Romana Valente Pinho e Amon Pinho darão duas prelecções sobre os seguintes temas: "O Oriente e o legado de Antero de Quental no Pensamento de António Sérgio" e "Da interpretação niilista de O Budismo ao Buda-Dharma e ao universalismo, percursos de Agostinho da Silva". Estas prelecções inserem-se no âmbito do curso de Filosofia e Estudos Orientais. A entrada é livre.
19 de junho de 2010
Biosemiotics
Biosemiotics:
A Naturalistic Approach to the Question of Meaning
Seminário de Filosofia Analítica, Jesper Hoffmeyer
21 de Junho 16:00 – 18:00
Sala Matos Romão, Departamento de Filosofia
Signs, whether of natural or cultural origin, act by provoking receptive systems - human or non-human - to form interpretants (e.g. a movement or a brain activity) that somehow relates the system to this "something else". Semiotics sees meaning as connected to the formation of interpretants. In a biosemiotic understanding living systems are basically engaged in semiotic interactions, i.e. interpretative processes, and organic evolution exhibits an inherent tendency toward an increase in semiotic freedom. Mammals are generally equipped with more semiotic freedom than are their reptilian ancestor species, and fishes are more semiotically sophisticated than are invertebrates. The evolutionary trend towards the production of life forms with an increasing interpretative capacity or semiotic freedom implies that the production of meaning has become an essential survival parameter in later stages of evolution.
A Naturalistic Approach to the Question of Meaning
Seminário de Filosofia Analítica, Jesper Hoffmeyer
21 de Junho 16:00 – 18:00
Sala Matos Romão, Departamento de Filosofia
Signs, whether of natural or cultural origin, act by provoking receptive systems - human or non-human - to form interpretants (e.g. a movement or a brain activity) that somehow relates the system to this "something else". Semiotics sees meaning as connected to the formation of interpretants. In a biosemiotic understanding living systems are basically engaged in semiotic interactions, i.e. interpretative processes, and organic evolution exhibits an inherent tendency toward an increase in semiotic freedom. Mammals are generally equipped with more semiotic freedom than are their reptilian ancestor species, and fishes are more semiotically sophisticated than are invertebrates. The evolutionary trend towards the production of life forms with an increasing interpretative capacity or semiotic freedom implies that the production of meaning has become an essential survival parameter in later stages of evolution.
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