6 de maio de 2012
1 de maio de 2012
Nietzsche e o Idealismo Alemão: programa
Nietzsche e o Idealismo Alemão
17-18 Maio, Universidade de Lisboa
17 de Maio: Nietzsche-Hegel/ Nietzsche-Schelling
10.00 Abertura
10.00 Fred Neuhouser (New York, Barnard College):
Hegel and Nietzsche on the Nature of Spirit
11.00 Pausa para café
11.15 Herman
Siemens (Leiden)
The 'causality of fate' as a
cypher for genealogy:
Hegel and Nietzsche on immanent law
12.15 João
Constâncio (Universidade Nova de Lisboa)
Power vs. Recognition?
On Nietzsche and Hegel
13.00 Almoço
14.30 Danielle Cohen Levinas (Paris, Sorbonne Paris
IV)
Les âges du temps: Schelling, Nietzsche,
Rosenzweig
15.30
Pausa para café
15.45 Katia
Hay (FCT, Universidade de Lisboa)
Logos vs. Mythos in Schelling and Nietzsche
16.30 Carlos
João Correia (Universidade de Lisboa)
Schelling e a morte
de Deus
17.30 Convívio
18 de Maio: Nietzsche-Schopenhauer/ Nietzsche Kierkegaard
10:00 Lore Huehn (Freiburg):
Pathos der Distanz. Von Schopenhauer zu
Nietzsche
11.00 Maria
João Branco (Universidade Nova de Lisboa, post-doc)
Música e subjectividade em
Nietzsche e no Idealismo Alemão
11.45 Pausa para café
12.00 José
Viriato Soromenho-Marques (Universidade de Lisboa)
Lights and Shadows in Nietzsche’s representation of Kant
13.00 Almoço
14.15 Leonel
Ribeiro dos Santos (Universidade de Lisboa)
A “vontade de ilusão”, ou o Kantismo de
Nietzsche segundo Hans Vaihinger
15.00 Philipp Schwab (Freiburg, post-doc):
Critique of 'the System'
and Experimental Philosophy –
Nietzsche and Kierkegaard
Nietzsche and Kierkegaard
16.00 Pausa para café
16.15 José
Manuel Rosado Miranda Justo (Universidade de Lisboa)
Kierkegaard
e Kant: Tempo e Liberdade
17.00 Elisabete
Marques Jesus de Sousa (Universidade de Lisboa)
Controvérsias musicais em Nietzsche e
Kierkegaard
18.00
Encerramento
Comissão Científica:
Leonel Ribeiro dos Santos, Carlos J. Correia, Danielle Cohen-Levinas e Katia Hay
29 de abril de 2012
Antevisão da oferta lectiva de 2012-2013
Clique na linha seguinte (a vermelho) para obter a informação:
Antevisão da oferta lectiva de 2012-2013
26 de abril de 2012
Indian Temple and the Creative Process
Conferência de Adam Hardy: 4 de Maio (sexta-feira)
Museu do Oriente
Horário: 18.00 às 19.30
Entrada livre, sujeita à capacidade da sala
A conferência é proferida em língua inglesa
As formas arquitectónicas dos templos medievais hindus traduzem processos de emergência, crescimento e proliferação, que reflectem noções acerca das hierarquias de deuses, procedentes uns dos outros, e do nascimento e evolução do universo. Estes padrões dinâmicos de arquitectura revelam-se nos modos como os templos foram construídos: sucessões de formas crescentemente mais complexas, extrapoladas de formas anteriores, muito mais simples. A arquitectura realiza assim um processo criativo, num duplo sentido: o processo de criação cósmica, por um lado, e o processo humano que o reflecte ao criar o templo, por outro. Os textos canónicos e as tipologias dos templos que neles se baseiam, apesar de aparentemente normativos, são na verdade criativos, segundo uma lógica de crescimento por emanação.
ADAM HARDY, arquitecto, professor de Arquitectura Asiática na Welsh School of Architecture (Universidade de Cardiff), é director do programa PRASADA de estudo comparativo das arquitecturas na Ásia do Sul, membro do British Association for South Asian Studies (BASAS), editor da South Asian Studies e membro das comissões editoriais das revistas Context, Abacus, Spandrel, Pakistan Heritage, South Asian Arts, Journal of History and Social Sciences; é ainda autor de vasta bibliografia especializada, tendo publicado a obra de referência The Temple Architecture of India (2007).
Esta conferência tem o apoio das seguintes instituições, financiadas por fundos nacionais através da FCT/MCTES, co-financiadas pelo FEDER, através do COMPETE e do QREN:
CHAIA-CENTRO DE HISTÓRIA DE ARTE E INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA
CENTRO DE FILOSOFIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA (LINHA DE PESQUISA “ESTÉTICA E FILOSOFIA DA RELIGIÃO”)
Museu do Oriente
Horário: 18.00 às 19.30
Entrada livre, sujeita à capacidade da sala
A conferência é proferida em língua inglesa
As formas arquitectónicas dos templos medievais hindus traduzem processos de emergência, crescimento e proliferação, que reflectem noções acerca das hierarquias de deuses, procedentes uns dos outros, e do nascimento e evolução do universo. Estes padrões dinâmicos de arquitectura revelam-se nos modos como os templos foram construídos: sucessões de formas crescentemente mais complexas, extrapoladas de formas anteriores, muito mais simples. A arquitectura realiza assim um processo criativo, num duplo sentido: o processo de criação cósmica, por um lado, e o processo humano que o reflecte ao criar o templo, por outro. Os textos canónicos e as tipologias dos templos que neles se baseiam, apesar de aparentemente normativos, são na verdade criativos, segundo uma lógica de crescimento por emanação.
ADAM HARDY, arquitecto, professor de Arquitectura Asiática na Welsh School of Architecture (Universidade de Cardiff), é director do programa PRASADA de estudo comparativo das arquitecturas na Ásia do Sul, membro do British Association for South Asian Studies (BASAS), editor da South Asian Studies e membro das comissões editoriais das revistas Context, Abacus, Spandrel, Pakistan Heritage, South Asian Arts, Journal of History and Social Sciences; é ainda autor de vasta bibliografia especializada, tendo publicado a obra de referência The Temple Architecture of India (2007).
Esta conferência tem o apoio das seguintes instituições, financiadas por fundos nacionais através da FCT/MCTES, co-financiadas pelo FEDER, através do COMPETE e do QREN:
CHAIA-CENTRO DE HISTÓRIA DE ARTE E INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA
CENTRO DE FILOSOFIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA (LINHA DE PESQUISA “ESTÉTICA E FILOSOFIA DA RELIGIÃO”)
18 de abril de 2012
Dunamis em Platão e Energeia em Aristóteles
Seminário
“Dunamis em Platão e Energeia em Aristóteles”
Participação
Prof. Carolina Araújo (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
“Dúnamis na República de Platão”
Prof. Francisco González (Universidade de Otawa, Canadá)
“Motion or Activity? The Being and Temporality of Life in Aristotle”
Faculdade de Letras da UL
24 de Abril de 2012
10h-12h
Sala 5.2
O Feio para além do belo
As representações do feio marcam presença incontestável ao longo de toda a história da arte, contradizendo a ideia clássica de que a procura do belo deva ser a finalidade da arte. A prevalência desta ideia foi de tal modo marcante que, ainda hoje, o termo belas-artes intitula cursos, museus e estabelecimentos de ensino ligados à prática artística. Mesmo nos períodos históricos em que a procura do belo pela arte foi assumida com particular ênfase é, todavia, frequente encontrarmos exemplos fascinantes de fuga à norma. O que haverá na representação do feio capaz de suscitar um fascínio distinto daquele que é suscitado pela representação do belo, e tão necessário quanto este último?
Equacionar o feio para além do belo parece não resultar na dissolução da eterna dicotomia com o seu oposto, mas no deslinde das especificidades de uma atracção que o belo não contempla. É acerca de tais especificidades que versa o presente volume, reunindo o conjunto de comunicações apresentadas durante o Seminário Internacional de Estética e Teorias da Arte “O feio para além do Belo”, realizado na Faculdade de Letras e na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, nos dias 17 e 18 de Março de 2011.
Organização: Adriana Veríssimo Serrão, Ana Nolasco, Ana Rita Ferreira, Carlos João Correia, Cristina Azevedo Tavares e Maria João Lello Ortigão de Oliveira.
Edição do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (colecção Æsthetica), com o apoio da Junta da Freguesia de Loures e da FCT(Fundação para a Ciência e Tecnologia).
Timothy Williamson: Logic, Science, and Metaphysics
PETRUS HISPANUS LECTURES 2012
TIMOTHY WILLIAMSON
Wykeham Professor of Logic
University of Oxford
LOGIC, SCIENCE, AND METAPHYSICS
5 and 6 June 2012, 11:00
Faculty of Letters, University of Lisbon
Room: Anfiteatro 4
Lecture 1: Logics as Scientific Theories
The similarities between logic and other branches of science are
usually underestimated. Like other scientific theories, logics can be
compared and assessed abductively in terms of their simplicity,
strength, elegance, and consistency with what is already known.
Tarski’s definition of logical truth provides a suitable standard of
correctness for them to aim at. Such an account can avoid the
objectionable features of Quine’s holism.
Lecture 2: Modal Logic as Metaphysics
The second lecture is a case study of the methodology described in the
first, applied to modal logic with a metaphysical interpretation of
the modal operators. Some consequences will be drawn out for possible
worlds model theory and the question of whether there could have been
things that do not actually exist. The relevance of higher-order modal
logic for these issues will also be explained.
The Petrus Hispanus Lectures are delivered every other academic year
at the University of Lisbon by a leading figure in current research
about the nature of mind, cognition and language. Previous Petrus
Hispanus Lecturers: Hilary Putnam, Daniel Dennett, Richard Jeffrey,
Ned Block, David Kaplan, Tyler Burge.
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