10 de maio de 2012

Tendências da hermenêutica actual do Kantismo


No próximo dia 11 de Maio (sexta-feira)das 9 às 13 horas, terá lugar (na Sala 5.2 da FLUL) um workshop do Programa de Investigação do Sub-grupo de Filosofia Moderna e Contemporânea do CFUL, subordinado ao tema Kant: do Iluminismo ao Idealismo Alemão, que contará com a participação de 2 colegas membros e de 1 jovem colaborador do CFUL, a saber, o Prof. Doutor Ubirajara Rancan de Azevedo Marques (da UNESP, Marília, SP, Brasil), a Profª Doutora Nuria Sánchez Madrid (da Universidad Complutense de Madrid, Espanha) e o Doutor Gualtiero Lorini (da Università Cattolica de Brescia e da Università de Lecce, Itália).

O tema deste workshop é «Tendências da hermenêutica actual do Kantismo» e os colegas apresentarão comunicações dando conta das suas próprias investigações sobre a filosofia de Kant: O Prof. Ubirajara revisitará o tema do Esquematismo na primeira Crítica, a Professora Nuria abordará o tema do Génio e tópicos associados da Estética kantiana, o Doutor Gualtiero falará da importância das «Vorlesungen über Metaphysik» da chamada «década silenciosa» (1770-1781) para a formação da filosofia crítica de Kant.

1 de maio de 2012

Nietzsche e o Idealismo Alemão: programa

























Nietzsche e o Idealismo Alemão
17-18 Maio, Universidade de Lisboa
 Anf. III da Faculdade de Letras de Lisboa

17 de Maio: Nietzsche-Hegel/ Nietzsche-Schelling

10.00   Abertura
10.00   Fred Neuhouser (New York, Barnard College):
   Hegel and Nietzsche on the Nature of Spirit         

11.00  Pausa para café

11.15   Herman Siemens (Leiden)
 The 'causality of fate' as a cypher for genealogy:
                                    Hegel and Nietzsche on immanent law

12.15   João Constâncio (Universidade Nova de Lisboa)
                                     Power vs. Recognition? On Nietzsche and Hegel

13.00  Almoço

14.30   Danielle Cohen Levinas (Paris, Sorbonne Paris IV)
                                     Les âges du temps: Schelling, Nietzsche, Rosenzweig

15.30  Pausa para café          

15.45   Katia Hay (FCT, Universidade de Lisboa)
                                    Logos vs. Mythos in Schelling and Nietzsche

16.30   Carlos João Correia (Universidade de Lisboa)
                                    Schelling e a morte de Deus

17.30  Convívio

18 de Maio: Nietzsche-Schopenhauer/ Nietzsche Kierkegaard

10:00   Lore Huehn (Freiburg):
 Pathos der Distanz. Von Schopenhauer zu Nietzsche        

11.00   Maria João Branco (Universidade Nova de Lisboa, post-doc)
Música e subjectividade em Nietzsche e no Idealismo Alemão

11.45 Pausa para café

12.00   José Viriato Soromenho-Marques (Universidade de Lisboa)
                                    Lights and Shadows in Nietzsche’s representation of Kant

13.00  Almoço

14.15   Leonel Ribeiro dos Santos (Universidade de Lisboa)
 A “vontade de ilusão”, ou o Kantismo de Nietzsche segundo Hans Vaihinger

15.00   Philipp Schwab (Freiburg, post-doc):
Critique of 'the System' and Experimental Philosophy –
Nietzsche and Kierkegaard

16.00   Pausa para café

16.15   José Manuel Rosado Miranda Justo (Universidade de Lisboa)
                                      Kierkegaard e Kant: Tempo e Liberdade

17.00   Elisabete Marques Jesus de Sousa (Universidade de Lisboa)
                                    Controvérsias musicais em Nietzsche e Kierkegaard

18.00  Encerramento

Comissão Científica:
Leonel Ribeiro dos Santos, Carlos J. Correia, Danielle Cohen-Levinas e Katia Hay


26 de abril de 2012

Indian Temple and the Creative Process

Conferência de Adam Hardy: 4 de Maio (sexta-feira)
























Museu do Oriente

Horário: 18.00 às 19.30
Entrada livre, sujeita à capacidade da sala
A conferência é proferida em língua inglesa

As formas arquitectónicas dos templos medievais hindus traduzem processos de emergência, crescimento e proliferação, que reflectem noções acerca das hierarquias de deuses, procedentes uns dos outros, e do nascimento e evolução do universo. Estes padrões dinâmicos de arquitectura revelam-se nos modos como os templos foram construídos: sucessões de formas crescentemente mais complexas, extrapoladas de formas anteriores, muito mais simples. A arquitectura realiza assim um processo criativo, num duplo sentido: o processo de criação cósmica, por um lado, e o processo humano que o reflecte ao criar o templo, por outro. Os textos canónicos e as tipologias dos templos que neles se baseiam, apesar de aparentemente normativos, são na verdade criativos, segundo uma lógica de crescimento por emanação.
ADAM HARDY, arquitecto, professor de Arquitectura Asiática na Welsh School of Architecture (Universidade de Cardiff), é director do programa PRASADA de estudo comparativo das arquitecturas na Ásia do Sul, membro do British Association for South Asian Studies (BASAS), editor da South Asian Studies e membro das comissões editoriais das revistas Context, Abacus, Spandrel, Pakistan Heritage, South Asian Arts, Journal of History and Social Sciences;  é ainda autor de vasta bibliografia especializada, tendo publicado a obra de referência  The Temple Architecture of India (2007).

Esta conferência tem o apoio das seguintes instituições, financiadas por fundos nacionais através da FCT/MCTES, co-financiadas pelo FEDER, através do COMPETE e do QREN:

CHAIA-CENTRO DE HISTÓRIA DE ARTE E INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA
CENTRO DE FILOSOFIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA (LINHA DE PESQUISA “ESTÉTICA E FILOSOFIA DA RELIGIÃO”)

18 de abril de 2012

Dunamis em Platão e Energeia em Aristóteles


Seminário
“Dunamis em Platão e Energeia em Aristóteles”

Participação
Prof. Carolina Araújo (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
“Dúnamis na República de Platão”

Prof. Francisco González (Universidade de Otawa, Canadá)
“Motion or Activity? The Being and Temporality of Life in Aristotle”

Faculdade de Letras da UL
24 de Abril de 2012
10h-12h
Sala 5.2

O Feio para além do belo
























As representações do feio marcam presença incontestável ao longo de toda a história da arte, contradizendo a ideia clássica de que a procura do belo deva ser a finalidade da arte. A prevalência desta ideia foi de tal modo marcante que, ainda hoje, o termo belas-artes intitula cursos, museus e estabelecimentos de ensino ligados à prática artística. Mesmo nos períodos históricos em que a procura do belo pela arte foi assumida com particular ênfase é, todavia, frequente encontrarmos exemplos fascinantes de fuga à norma. O que haverá na representação do feio capaz de suscitar um fascínio distinto daquele que é suscitado pela representação do belo, e tão necessário quanto este último?
Equacionar o feio para além do belo parece não resultar na dissolução da eterna dicotomia com o seu oposto, mas no deslinde das especificidades de uma atracção que o belo não contempla. É acerca de tais especificidades que versa o presente volume, reunindo o conjunto de comunicações apresentadas durante o Seminário Internacional de Estética e Teorias da Arte “O feio para além do Belo”, realizado na Faculdade de Letras e na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, nos dias 17 e 18 de Março de 2011.
Organização: Adriana Veríssimo Serrão, Ana Nolasco, Ana Rita Ferreira, Carlos João Correia, Cristina Azevedo Tavares e Maria João Lello Ortigão de Oliveira.
Edição do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (colecção Æsthetica), com o apoio da Junta da Freguesia de Loures e da FCT(Fundação para a Ciência e Tecnologia).