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13 de maio de 2014
10 de maio de 2013
Vida, Metafísica e Sociedade - I. Jornada Portuguesa sobre Georg Simmel
Vida, metafísica e sociedade: I Jornada Portuguesa sobre Georg Simmel é uma iniciativa do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa e conta com a participação de especialistas portugueses com estudos publicados sobre a multifacetada produção de um dos mais influentes pensadores do século XX.
- Paisagem e Sentimento Vital em Simmel, de Paulo Roberto,
- A experiência estético-metafísica de Os Alpes, de Teresa Dugos,
- Demarcações transgressivas no pensamento de G. Simmel, de Teresa Sousa Fernandes,
- Condição humana e individualidade: da possibilidade de uma antropologia em Georg Simmel, de Adriana Veríssimo Serrão,
- In Memoriam Maria João Costa Pereira, por João Paulo da Cruz Mendes,
- Os Pobres: Um Ensaio de Sociologia Cínica, de Rafael Marques
- A metodologia do dinheiro, de Francisco Felizol Marques,
- Simmel e a Arte do Retrato, de Artur Ramos,
- Simmel e a Cultura Feminina em Natália Correia, de José Luís Garcia
31 de Maio
Anfiteatro III
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
6 de abril de 2013
Ética: teoria e prática
Ética: teoria e prática
Org. Cristina Beckert, Manuel João Pires, Sara Fernandes, Teresa Antunes
Lisboa: CFUL, 2012.
628 páginas, 20 euros
O presente volume tem como objectivo suprir a falta de uma obra sistemática sobre Ética em língua portuguesa, onde, a par dos princípios e instrumentos teóricos, fossem apresentados os problemas e dilemas resultantes da aplicação dos mesmos à realidade concreta com que todos nos confrontamos diariamente. A urgência da acção nos dias de hoje apela à decisão, para a qual é necessário fornecer uma justificação racionalmente argumentada.
Assim, foram convocados especialistas nacionais e estrangeiros, a fim de proporcionar a mais rigorosa abordagem dos diversos temas éticos, desde aqueles que se relacionam com as tradições religiosas mundiais, tanto ocidentais como orientais, às teorias éticas marcantes da história do pensamento ocidental. Um relevo especial foi dado às questões pertencentes ao domínio da Ética Prática, como as que configuram a Bioética humana e Ambiental, bem como outras Éticas regionais, a saber, a Ética Feminista e a Ética Empresarial, surgidas a fim de resolver dilemas postos à sociedade contemporânea.
A obra destina-se prioritariamente ao público estudantil e aos docentes do Ensino Secundário, mas também a todos aqueles interessados em conhecer e aprofundar os valores que norteiam as vidas de cada um e da comunidade que integram.
I: ÉTICA TEÓRICA
1. TRADIÇÕES MORAIS
2. CORRENTES DA ÉTICA OCIDENTAL
3. GRANDES QUESTÕES ÉTICAS
4. FRONTEIRAS DA ÉTICA
II: ÉTICA PRÁTICA
5. BIOÉTICA GLOBAL
6. SOCIEDADE E CULTURA
Obra publicada pelo Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia e da Junta de Freguesia de Loures.
2 de março de 2013
25 de outubro de 2012
27 de julho de 2012
Ética - Cristina Beckert
Este
livro foi concebido com o objectivo de dar a conhecer, de forma clara e
sucinta, o que é a Ética e que sentido faz nos dias de hoje. Para tal,
apresentam-se as principais tendências do pensamento ético ao longo dos tempos,
com especial incidência na distinção entre o modelo teleológico, fundado na
felicidade como fim último da acção, e o deontológico, alicerçado no
cumprimento do dever.
Tendo
em conta a urgência do agir que caracteriza a contemporaneidade, marcada pelo
relativismo axiológico e pelo pragmatismo, é dada especial atenção à Ética
Aplicada, nomeadamente à Bioética, na sua dupla vertente médica e ambiental,
pondo em relevo a abrangência, a complexidade e o cariz dilemático das decisões que se impõem.
Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2012
Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2012
18 de março de 2012
29 de fevereiro de 2012
Disvalue in the Natural World: Should We Intervene to Reduce Animal Suffering in Nature?
Oscar Horta
Universidade de Santiago de Compostela
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
2 de Março – 14:30
Sala Mattos Romão
Entrada Livre – Lotação Limitada
ABSTRACT:
Many people think nonhuman animals live great lives in the wild.
However, this view is wrong. Population dynamics teach us that the
overwhelming majority of the animals that come to existence in nature
die shortly after. Those deaths are often painful. Furthermore, those
who survive often suffer and die from malnutrition, disease,
accidents, harsh weather conditions, fear, etc., or are killed by
predators or parasites. This gives us a strong reason to intervene in
nature to reduce the harms animals suffer. We may reject this if we
think (i) that only human interests count; (ii) that alleged
impersonal values such as environmental ideals count for more than the
interests of sentient beings; or (iii) that intervention in nature
cannot succeed. However, there are powerful arguments to reject all
these claims. If they are right, there is a strong case for
intervention in nature for the sake of nonhuman animals. This also
entails that if the interests of individuals count significantly
beyond what speciesist anthropocentric views assume, we must defend
the interests of nonhuman animals over environmentalist concerns.
Organização
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Ética, Política e Ambiente
Filosofia da Acção e dos Valores
6 de fevereiro de 2012
Eutanásia e Aborto - Seminário Permanente de Ética, Política e Ambiente
23 de janeiro de 2012
O Belo e o Bem em contexto natural
Clique no cartaz para ler a informação em boas condições.
O Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa em colaboração com o Projecto de Investigação FILOSOFIA E ARQUITECTURA DA PAISAGEM (FCT PTDC/FIL-FIL/100565/ 2008), o Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista “Prof. Caldeira Cabral” ̶̶ Instituto Superior de Agronomia ̶̶ UTL, a Sociedade de Ética Ambiental (SEA) e o Centro de Formação de Professores - Conimbriga (CEFOP) estão a organizar o Seminário subordinado ao tema – "O Bem e o Belo em contexto natural", no qual se reflecte a temática ambiental nas suas diversas vertentes – estética, ética e política.
Neste âmbito temos a honra de convidar-vos a assistir a este Ciclo de Seminários que compreende 3 sessões (3x 8 horas) em datas distintas:
1ª Sessão – AMBIENTE E PAISAGEM
Data: 24 de Fevereiro de 2012
Local: Anfiteatro III – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Intervenientes: Carmen Velayos (Universidade de Salamanca), Adriana Veríssimo Serrão (Universidade de Lisboa), Luís Sá (Investigador do Projecto Filosofia e Arquitectura da Paisagem) Nuno Castanheira (Sociedade de Ética Ambiental), Sofia Vaz (Sociedade de Ética Ambiental), Mª José Varandas (Sociedade de Ética Ambiental).
2ª Sessão – ANIMAIS, INTERESSES E DIREITOS
Data: 10 de Março de 2012
Local: Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Escola Politécnica de Lisboa)
Intervenientes: Paulo Borges (Universidade de Lisboa), Manuel João Pires (Sociedade de Ética Ambiental), Cristina Beckert (Universidade de Lisboa), Carlos João Correia (Universidade de Lisboa), Pedro Galvão (Universidade de Lisboa).
3ª Sessão – ÉTICA, ESTÉTICA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Data: 24 Março de 2012
Local: Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Escola Politécnica de Lisboa)
Intervenientes: Jorge Marques da Silva (Sociedade de Ética Ambiental), Francisco Teixeira (Sociedade de Ética Ambiental), Viriato Soromenho-Marques (Universidade de Lisboa), António Queirós (CFUL).
7 de dezembro de 2011
Josep L. Prades: Three faces of the Conjunctive Fallacy
SEMINAR SERIES IN ANALYTIC PHILOSOPHY
SEMINÁRIO DE FILOSOFIA ANALÍTICA
2011-12: Session 3
Three faces of the Conjunctive Fallacy
Josep L. Prades (University of Girona)
9 December 2011, 16:00
Faculdade de Letras de Lisboa
Sala Mattos Romão (departamento de Filosofia)
Abstract: More than fifty years ago, Elisabeth Anscombe characterised
intentional action in a way that has become a sort of commonplace in
contemporary philosophy (Anscombe 1957, section 5). According to her,
intentional actions are those to which certain why-questions apply.
These questions look for an explanation in terms of the reasons for
which the agent acts. And it has also become common usage to describe
the relevant explanations as ‘rationalisations’.I will focus my
discussion on certain paradigmatic examples of rationalisations: those
seemingly uncontroversial cases in which the relevant why-question not
only applies, but it has also a true answer in terms of some further
reason for which the agent acts –some reason that is not implicit in
the question itself. For instance, let’s imagine that I go to the
station with the purpose of picking up my friend who comes by train.
If someone asked me ‘why are you going to the station?’, many things
could be mentioned in the corresponding rationalisation: the fact that
my friend is arriving by train, my suddenly remembering that she is
coming by train, my desire to meet her at the station… In spite of
this, there seems to be no consensus about which kinds of entities are
picked out as reasons by those common explanations. On some accounts,
the mention of certain facts is relevant insofar as it determines the
content of certain beliefs and desires that are the true reasons for
which I act. Different accounts defend that it is the other way round:
the mention of my ‘attitudes’ is relevant because it determines which
non-psychological facts or states of affairs are my (believed)
reasons. In any case, a curious unanimity about the form of the
relation of acting-for-reasons can be detected behind this
disagreement. It is taken for granted that you can only act for
reasons if, at least under your own considerations, (i) you have
reasons to act and (ii) the fact that you have those reasons is
independent from the fact that you act for them. This assumption is
not challenged, quite the opposite, by the strategy of locating those
reasons inside the ‘motivational set’ of the agent, or by assuming
that they are reasons of a very particular kind –‘motivational’ or
‘explanatory’ as opposed to ‘normative’ or ‘justificatory’.This is the
assumption I will criticise in this paper. In an everyday
rationalisation of our actions, we mention certain entities because,
by choosing to mention them, we convey information about the purpose
with which someone acts. To talk about the reasons for which we act,
in the sense in which mere rationalisations of action sort out those
reasons, is just a way of specifying intentional content. Similar
considerations apply, mutatis mutandis, to the rationalising
explanations of our desires or intentions. Imagine that I wish I could
be in the station now for the reason that then I would see Maria
there. From this, it certainly follows that the object of my desire is
to be in the station under some specific determination – as a way of
seeing her. It also follows that I would not have this specific desire
if I did not think that Maria might be in the station. Nevertheless,
it is not necessary that I believe that I have reasons to see her
there, or that I have reasons to form my desire. Acting (desiring,
intending) for reasons is not a conjunctive fact: it does not
presuppose that the agent is in the independent relation of having
reasons –it does not even presuppose that the agent believes she is in
this independent relation. I will then argue against a certain
rationalistic picture that dominates contemporary philosophy of
action. It is a picture that is a routine ingredient in both Humean
and non-Humean accounts of motivation. It systematically includes the
assumption that, by rationalising actions, intentions or desires, we
show that the subject is minimally rational, minimally responding to
the commands of some of the reasons she has, or she thinks she has. A
little bit, but not too much. For, under the same assumption, the full
obedience to those commands would require from us very extravagant
intentional contents. This is unfair to the most basic aspects of our
human nature, and to any sensible principle of content-determination.
To show how pervasive this rationalist picture is, I will critically
examine three arguments, perhaps the most influential in contemporary
discussions on motivation and intentional action, with the purpose of
showing that they equivocate on certain crucial expressions. Once the
equivocation is discovered, we cannot accept at the same time the
truth of all their premises and their validity. In the process of
examining those arguments, I will also offer my own account of the
deep structure of rationalisations. In a typical rationalisation, we
provide information about the content of our desires, intentions or
the purpose with which we act. The explanatory virtues of this
information do not require that the rationalised agent should believe
she has reasons to desire, intend or act in the way she does.
Sponsored by: Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Faculdade de
Letras da Universidade de Lisboa
For further information, please contact
Professor João Branquinho
Department of Philosophy, Faculdade de Letras
Universidade de Lisboa
Alameda da Universidade
1600-214 Lisboa
Portugal
Telephone +(351)217920000
Fax +(351)217920063
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
LanCog Group (Language, Mind and Cognition Research Group)
http://lancog.com/
Instituto Filosófico de Pedro Hispano, Departamento de Filosofia da FLUL
19 de outubro de 2011
Os Animais têm Direitos?
"Será que alguns animais têm direitos morais? No pensamento ocidental, de Aristóteles a Kant, prevaleceu uma resposta negativa a esta questão. Alguns filósofos permanecem fiéis à perspectiva tradicional, mas têm agora de resistir aos argumentos dos que pensam que a discriminação baseada na espécie é um preconceito indefensável e nocivo. Nas últimas décadas o tema do estatuto moral dos animais passou a ocupar um lugar central na ética aplicada. Lendo os textos reunidos neste volume, não será difícil perceber porquê. O livro inclui ensaios de Peter Singer e Tom Regan, que lideraram a defesa filosófica dos direitos dos animais, bem como de alguns dos seus críticos mais contundentes. O uso dos animais na ciência e o modo como os criamos para nos alimentarmos, a relevância ética do darwinismo, o conflito entre os interesses dos animais e a protecção do ambiente são alguns dos temas aqui discutidos."
Lisboa: Dinalivro
Lisboa: Dinalivro
6 de outubro de 2011
Conferência de Christian Viktor Hamm

Christian Viktor Hamm
Tem lugar amanhã, dia 7 de Outubro de 2011 pelas 14h30m na Sala Mattos Romão uma conferência proferida pelo Prof. Doutor Christian Viktor Hamm, da Universidade Federal de Santa Maria (RS-Brasil), subordinada ao tema: O Lugar Sistemático do Sumo Bem em Kant. A conferência será proferida em português.
Trata-se da V Sessão do Seminário Permanente do Sub-Grupo de Ética Filosofia Política e do Ambiente do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.
11 de maio de 2011
O Cristianismo considerado de um ponto de vista ético
Conferência de Leonel Ribeiro dos Santos
O Cristianismo considerado de um ponto de vista ético
26 de Maio de 2011
15h
Faculdade de Letras Anf. III
ENTRADA LIVRE
Projecto "Ética: Teoria e Prática" - terceiro seminário permanente de Ética e Política
26 de março de 2011
Markus Gabriel - Reconsiderando a natureza da falácia naturalista
Clique na imagem para a ver em boas condições.
Markus Gabriel (Universidade de Bona)
"Reconsiderando a natureza da falácia naturalista"
Conferência em Português.
15 de Abril - 15h
Anfiteatro III
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
6 de janeiro de 2011
Conferência de Danielle Cohen-Levinas
Clique na imagem para a ver melhor.
Danielle Cohen-Levinas
"Rosenzweig et Levinas à l'épreuve de l'extériorité"
3 de Fevereiro, 15h
Anfiteatro III
Faculdade de Letras de Lisboa
Entrada Livre
Primeiro Seminário Permanente de Ética e Política
Filosofia da Acção e dos Valores
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Danielle Cohen-Levinas
"Rosenzweig et Levinas à l'épreuve de l'extériorité"
3 de Fevereiro, 15h
Anfiteatro III
Faculdade de Letras de Lisboa
Entrada Livre
Primeiro Seminário Permanente de Ética e Política
Filosofia da Acção e dos Valores
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
18 de novembro de 2010
Éticas Aplicadas
COLÓQUIO ÉTICAS APLICADAS NA UNIVERSIDADE DOS AÇORES
No próximo dia 20 de Novembro, por ocasião da celebração do Dia Mundial da Filosofia, declarado como tal pela UNESCO, terá lugar o Colóquio Éticas Aplicadas no Anfiteatro C da Universidade dos Açores.
Este evento dividir-se-á em duas partes: a manhã será dedicada a algumas conferências plenárias sobre a Ética enquanto área fundamental de estudos e a tarde será preenchida com diversos workshops simultâneos, incidindo cada um deles sobre uma ética aplicada: Ética e Relações Internacionais, Ética e Biomedicina, Ética e Comunicação Social e Ética e Serviço Social.
Os workshops terão um carácter eminentemente prático, privilegiando a análise e resolução de casos concretos, bem como a discussão de questões legislativas e/ou códigos deontológicos.
As inscrições decorrem até ao próximo dia 15 de Novembro, devendo ser enviadas para o Secretariado do Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais, da Universidade dos Açores. A ficha de inscrição poderá ser obtida através do seguinte site: www.eticasaplicadas.net
O evento dirige-se a todo o público interessado, com destaque, por um lado, para alunos da Universidade dos Açores que, em várias licenciaturas, frequentam cadeiras de Ética e, por outro, para profissionais de diversas áreas que se confrontam frequentemente com problemas ético-deontológicos na sua prática quotidiana.
Nas últimas décadas, a Ética tem sido significativamente renovada devido ao aparecimento de novos domínios de reflexão, como a Bioética, a Ética Ambiental e as Éticas Profissionais. O Colóquio Éticas Aplicadas pretende reflectir sobre este fenómeno, integrando-se num projecto editorial mais vasto, com a mesma designação, que visará a publicação de diversas obras sobre várias éticas aplicadas.
Comissão Organizadora:
M. Patrão Neves
Rui Sampaio da Silva
Magda Costa Carvalho
Iniciativa do núcleo dos Açores do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
30 de outubro de 2010
Fundamentação da Metafísica dos Costumes
Nova edição da Fundamentação da Metafísica dos Costumes com introdução de Pedro Galvão (investigador do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa).
26 de janeiro de 2010
Responsabilidade: fundamento ético da democracia
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Cristina Beckert e Irene Borges Duarte (investigadora do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa) participam no encontro "Responsabilidade: fundamento ético da democracia" que se realizará no dia 28 de Janeiro, pelas 17h, no Centro Nacional de Cultura.
Reedição da Fundamentação
Pedro Galvão, investigador do Centro de Filosofia, reeditou, com uma nova introdução, a obra de Kant, A Fundamentação da Metafísica dos Costumes (Edições 70).
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