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4 de fevereiro de 2014
15 de novembro de 2013
Platão: A Odisseia da Dialéctica - 2400º Aniversário da Fundação da Academia de Platão
Clique no cartaz para ler a informação disponível.
COLÓQUIO MULTIDISCIPLINAR NA FACULDADE DE LETRAS
Anfiteatro III da Faculdade de Letras da UL | Cidade Universitária
Platão: A Odisseia da Dialéctica | Encontros e cruzamentos de saberes
EVOCATIVO DO 2400º ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DA ACADEMIA DE PLATÃO
Terça-feira, 26 de Novembro, das 10h30 às 17h30
Programa:
Apresentação do Projecto «Platão: A Odisseia da Dialéctica»
Paulo Alexandre Loução (IIH)
Comunicações | Manhã| 10h30-13h00
Moderação: Carolina Soares (IPAEHI/FLUL)
FOI A ACADEMIA DE PLATÃO PLATÓNICA?
António Pedro Mesquita (CFUL / Director do Dep. Filosofia da UL)
SACRIFÍCIOS E TRANSMIGRAÇÕES.
PLATÃO À LUZ DOS MITOS ÓRFICOS E UPANIṢÁDICOS
Ricardo Louro Martins (CHUL/IPAEHI/CEOV).
AEGYPTOS & PLATÃO: A INSPIRAÇÃO DA TRADIÇÃO EGÍPCIA
NO PENSAMENTO PLATÓNICO
Rogério Sousa (CHUL / CECH-UC)
Comunicações | Tarde| 15h00-17h30
Moderação: João Camacho (IPAEHI/FLUL)
HENRY CORBIN, O NEOPLATONISMO PERSA E A ACTUALIDADE
DO «MUNDO IMAGINAL»
Paulo Loução (IIH)
PLATONISMO E IDADE MÉDIA
António Balcão Vicente (FLUL/OINAPO)
LUÍS DE CAMÕES E PLATÃO
Maria Vitalina Leal de Matos (FLUL)
NEOPLATONISMO NAS TRÊS RELIGIÕES DO LIVRO:
Gnose cristã, kabbalah judaica e sufismo islâmico
José Manuel Anes (UL&L)
METÁFORAS PLATÓNICAS, ECOS DE UMA SABEDORIA ETERNA
José Carlos Fernández (OINAPO)
Organização:
Instituto Internacional Hermes
Apoio:
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Instituto Prometheus
Organização Internacional Nova Acrópole de Portugal
Centro de Estudos Orientais Vyasa
23 de janeiro de 2013
Conferência de Trindade Santos
Conferência
“Uma leitura antepredicativa do argumento de Parmênides”
pelo
Prof. José Trindade Santos
4 de Fevereiro de 2013
11 h
Sala 5.2
“Uma leitura antepredicativa
do argumento de Parmênides”
A tradição da
metafísica ocidental – nomeadamente as concepções de ‘ser’ e de ‘saber’ –
assenta no Poema de Parménides, Da
natureza. No entanto, após a edição integral dos fragmentos do Poema, por
Hermann Diels (1875), nenhuma interpretação da mensagem do Eleata recebeu o
consenso dos comentadores.
Defendo que o
conflito que os opõe se deve à incapacidade da compreender a epistemologia
antiga, em particular, a evolução pela qual passa entre Parménides e
Aristóteles, a partir dos pressupostos da epistemologia actual. Para ilustrar
esta tese, partirei de um exemplo: a tese da infalibilidade do saber (epistêmê), corrente nos diálogos platônicos.
Começo por
perguntar como poderá a concepção de ‘conhecimento’ actual, que o encara o como
um processo que relaciona sujeito e
objecto admitir a possibilidade de um estado
cognitivo infalível? Para compreender a infalibilidade do saber há que buscar o
contexto em que se acha inserida na Antiguidade.
Os textos clássicos
documentam duas grandes polémicas no domínio da cognição. Uma está condensada
nas críticas que, na Metafísica A6,
9, Aristóteles dirige ao dualismo platónico. A outra é aquela com que, no Sofista, Platão critica a
ontoepistemologia eleática. Concentro-me nela.
Estão bem estudados
os argumentos desenvolvidos para reformular as teses da ‘unidade’ e
‘imobilidade’ do ‘ser’, mediante a introdução da ‘alteridade’. No entanto, os
contornos da epistemologia subjacente à argumentação aduzida no Da natureza continuam a suscitar dúvidas
aos intérpretes. Soam estranhas as teses que, a partir dos “dois únicos
caminhos para pensar” (ou “conhecer”: B2.2) – “que é” e “que não é” (B2.3, 5)
–, sustentam:
1.
a “impossibilidade de pensar/conhecer “o que não é”
(B2.6-8a);
2.
a “mesmidade” de ‘pensar’ e ‘ser’ (B3, B8.34);
3.
a proibição de “serem coisas que não são” (B7.1);
4.
a ‘unidade’, ‘ingenerabilidade’ e
‘incorruptibilidade’, ‘imobilidade’ e ‘imutabilidade’, ‘indivisibilidade’ e
‘completude’ de “o que é” (B81.49).
Defendo que estas
teses são inaceitáveis se “que é/que não é” (B2.3, 5) forem lidos
predicativamente, atribuindo ‘existência’ e ‘verdade’ a algo “que é” e negando-as a “o
que não é”. Contra essa leitura, interpretando a ausência de sujeito gramatical
em “que é/que não é” como indício de que as duas expressões não têm referente, leio
ambas antepredicativamente, como “[o nome] que é e [o nome] que não é”.
Se “que é” pode ser
pensado (B2.3), “o que não é” não pode ser pensado. Da contrariedade dos dois
caminhos resulta a decisão de abandonar “a via anónima e impensável” (B8.16-18)
e escolher “que é”, como o único [nome] cujo pensamento “é consumável” (B2.7),
da qual decorre a “mesmidade de ser e pensar”.
Nesta interpretação,
‘ser’ não é objecto de ‘pensar’, nem ‘pensar’/‘pensamento’ a faculdade que
capta o “ser” (B3, B8.34). Como objecto
interno do “pensar”, “o ser” é “o que pode ser pensado”, e “o pensar”o
estado cognitivo infalível em que “pensamento, pensar e pensado são” (B6.1a).
‘Verdade’ e ‘existência’ – como em B8 os “sinais” de “é” – são pressupostos
exigidos para pensar “que é” e não predicados atribuídos ao que existe (o mundo
físico, como a tradição posterior estabelecerá). A proibição de “[coisas] que
não são serem”(B7.1; logo, de “coisas que são não serem”) faz da ‘existência’
de “o que é” um pressuposto da cognodcibilidade de “o que é”. Se pensar “que é”
é verdade (B2.3-4), não há “pensamento falso”, apenas “não-pensamento”.
Entendendo o
‘pensar’como um estado cognitivo infalível, a leitura antepredicativa liberta o
ser eleático da carga referencial que o associa à realidade, cancelando as
dificuldades provocadas pela leitura da ‘existência’ e da ‘verdade’ como
predicados, que tornam incompreensível a infalibilidade do saber.
José Trindade
Santos
Universidade
Federal da Paraíba
Centro de Filosofia
da Universidade de Lisboa
27 de setembro de 2012
6 de maio de 2012
18 de abril de 2012
Dunamis em Platão e Energeia em Aristóteles
Seminário
“Dunamis em Platão e Energeia em Aristóteles”
Participação
Prof. Carolina Araújo (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
“Dúnamis na República de Platão”
Prof. Francisco González (Universidade de Otawa, Canadá)
“Motion or Activity? The Being and Temporality of Life in Aristotle”
Faculdade de Letras da UL
24 de Abril de 2012
10h-12h
Sala 5.2
Workshop sobre o Tratado "Da Interpretação" de Aristóteles
WORKSHOP SOBRE O TRATADO «DA INTERPRETAÇÃO» DE ARISTÓTELES
Local: Universidade de Évora | Colégio do Espírito Santo | sala 131
Data: 25 de Maio de 2012
Programa:
9:30: Recepção dos Participantes
9:45: Abertura
10:00: Paolo Crivelli (Universidade de Genebra): La teoria aristotelica del significato in De interpretatione 1
10:40: Felipe Ledesma (Universidade Complutense de Madrid): Decir de Otro
11:20: Pausa
11:40: Ricardo Santos (Universidade de Évora): Aristóteles sobre Predições Verdadeiras e Determinismo
12:20: Ricardo Tavares da Silva (Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa): Futuros Contingentes: Determinismo e Indeterminismo em Aristóteles
13:00: Propositura das questões e inscrições para o debate
13:20: Almoço de Trabalho
15:00: Assembleia Geral da SIFG
16:00: Debate
17:30: Final da sessão
18:00: Visita guiada à cidade de Évora
23 de janeiro de 2012
7 de dezembro de 2011
5 de março de 2011
Recepções do Neoplatonismo no Renascimento e na Proto-Modernidade
III Workshop do Projecto "Recepções do Neoplatonismo na História do Pensamento Europeu"
31 de Março e 1 de Abril de 2011
FLUL – Sala 5.2 (Sala de Mestrados)
31 de Março
Moderador: Leonel Ribeiro dos Santos
10:00 Gregorio Piaia (Università di Padova, Itália) Neoplatonismo: Origine e svilluppo di una categoria storico- filosofica
11:00 Pausa para café
Moderador: Paulo Renato de Jesus
11:15 António Pedro Mesquita (Univ. do Minho e CFUL) O comentário neoplatónico alexandrino de Aristóteles
12:00 Paulo Borges (CFUL) O Neoplatonismo de Mestre Eckhart
Debate
13:00 Almoço dos Conferencistas
Moderador: Maria Leonor Xavier
15:00 Manuel Duarte Oliveira (IHSIS) Relação entre Neoplatonismo e Pensamento Judaico – Torat ha-Tzimtzum (Theory of Contraction) e a Criação do Universo em fontes do Hassidismo Judaico
15:45 Pausa para café
Moderadora: Filipa Afonso
16:00 António Rocha Martins (CFUL) A recepção de Proclo no pensamento político medieval
16:45 Giampaolo Abbate (CFUL) Aristotelismo e Neoplatonismo na obra Conciliator differentiarum philosophorum et medicorum por Pietro d’Abano
17:30 Maria José Vaz Pinto (FCSH e IFL-UNL) Marsilio Ficino e a mediação plotiniana na redescoberta de Platão
Debate
1 de Abril
Moderadora: Maria Luísa Ribeiro Ferreira
10:00 João Vila-Chã (Università Gregoriana, Roma, Itália) Descobrindo a harmonia entre Platão e Moisés: Leão Hebreu (Juda Abravanel) e o Neoplatonismo do Renascimento
11:00 Pausa para café
Moderadora: Maria Luísa Ribeiro Ferreira
11:15 António Moreira Teixeira (Univ. Aberta e CFUL) Francisco de Holanda e o Neoplatonismo estético no Renascimento
12:00 Paulo Renato de Jesus (Univ. Lusófona,Porto e CFUL) A reflexividade da ignorância como movimento da verdade: Montaigne e as sombras platónicas
Debate
13:00 Almoço dos Conferencistas
Moderador: Leonel Ribeiro dos Santos
15:00 Guiomar Mafalda Blanc (CFUL) Malebranche e o problema da fundação onto-metafísica da razão
15:45 Pausa para café
Moderador: António Moreira Teixeira
16:00 Maria Luísa Ribeiro Ferreira (CFUL) Ralph Cudworth, um filósofo em contra corrente
16:45 Adelino Cardoso (CHC-UNL) O problema da vida no pensamento de Leibniz
Debate
17:45 Lançamento da obra de Anne Conway, Os Princípios da Filosofia mais Antiga e Moderna. Apresentação por Leonel Ribeiro dos Santos.
18 de fevereiro de 2011
Conferência sobre a República de Platão
Clique na imagem para ler a informação em boas condições.
Conferência da Professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Maria das Graças Augusto: "O Proêmio à Décima Musa: Uma Leitura do Livro I da República de Platão" (23 de Fevereiro, 11h.)
7 de novembro de 2010
14 de junho de 2010
Segundos Analíticos de Aristóteles
Clique no cartaz para o ler em boas condições.
Realiza-se nos próximos dias 17 e 18 de Junho na Faculdade de Letras das Universidade de Lisboa (sala 5.1) uma reunião internacional sobre os Segundos Analíticos de Aristóteles, que conta com a participação dos seguintes intervenientes: António Pedo Mesquita (Universidade do Minho); Bernardo Mota (Universidade de Lisboa); David Bronstein (Universidade de Boston); David Charles (Universidade de Oxford); Lucas Angioni (Universidade de Campinas); Michael Peramatzis (Universidade de Oxford); Ricardo Santos (Universidade de Évora). A reunião é promovida pelo Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, no quadro do projecto de tradução anotada das obras completas
de Aristóteles. O programa da reunião encontra-se em anexo. A entrada é livre.
Realiza-se nos próximos dias 17 e 18 de Junho na Faculdade de Letras das Universidade de Lisboa (sala 5.1) uma reunião internacional sobre os Segundos Analíticos de Aristóteles, que conta com a participação dos seguintes intervenientes: António Pedo Mesquita (Universidade do Minho); Bernardo Mota (Universidade de Lisboa); David Bronstein (Universidade de Boston); David Charles (Universidade de Oxford); Lucas Angioni (Universidade de Campinas); Michael Peramatzis (Universidade de Oxford); Ricardo Santos (Universidade de Évora). A reunião é promovida pelo Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, no quadro do projecto de tradução anotada das obras completas
de Aristóteles. O programa da reunião encontra-se em anexo. A entrada é livre.
19 de fevereiro de 2010
Problemas de Tradução do Vocabulário Físico de Aristóteles
Vai ter lugar, no próximo dia 26 de Fevereiro, no Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho, a terceira reunião plenária em Portugal da Sociedade Ibérica de Filosofia Grega, organizada pelo investigador do CFUL António Pedro Mesquita. O tema da reunião será "Problemas de Tradução do Vocabulário Físico de Aristóteles", de acordo com o programa em anexo. A reunião é promovida pelo Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa em conjunto com os Departamentos de Filosofia e de Estudos Portugueses da Universidade do Minho. Além do Professor António Pedro Mesquita, participa neste evento o investigador do Centro: Giampaolo Abbate.
Clique no programa para o ler em boas condições.
9 de janeiro de 2010
Platão sobre a Linguagem e o Conhecimento
Encontro de Filosofia Antiga:
Platão sobre a Linguagem e o Conhecimento
22 de Janeiro de 2010, 16:00
Sala Mattos Romão, FLUL, departamento de Filosofia
Maria Aparecida Montenegro (Universidade Federal do Ceará)
Formas e Sentido na Concepção Platónica da Linguagem
Resumo: No diálogo Fedro (247-d), depreende-se uma certa definição das Formas como constituindo o ser que realmente é (en to ho estin on ontos) e que, enquanto tal, não tem cor, nem rosto e se mantém intangível, de modo que sua visão só é proporcionada ao condutor da alma pelo intelecto, sendo o patrimônio do verdadeiro saber. Na tese defendida por Sócrates no Crátilo, as Formas parecem desempenhar o papel de referência dos nomes, devendo conferir-lhes a requerida justeza. Ora, a questão que se levanta é: como referências destituídas de conteúdo produzem as relações de sentido? À medida que se conclui no Crátilo que o sentido não pode prescindir dos modos de uso dos nomes, supomos que a concepção platônica de linguagem alia a metafísica a um componente que propomos chamar de pragmático. Nessa perspectiva, nosso intuito é mostrar que a metafísica não se apresenta como o fim maior da filosofia platônica, vindo antes servir a propósitos práticos.
José Trindade Santos (Universidade Federal da Paríba, CFUL)
""Como se poderia conhecer alguma coisa que não é?" (Rep. V 476a ad fin.)"
Resumo: O argumento contra os "amadores de espectáculos" levanta a Platão e aos platonistas problemas que põem em causa a possibilidade de se chegar a uma interpretação da "Teoria das Formas". É dominado por um triplo objectivo: 1. introduzir a "opinião" como competência cognitiva, a par do "saber"; 2. defini-las, comparando os seus domínios de aplicação e produtos; 3. integrá-las numa concepção unitária da actividade cognitiva. Todavia, no curso do argumento, Sócrates conclui paradoxalmente que os conteúdos da opinião necessariamente "são e não são". Desta admissão nasce uma cadeia de dificuldades que só serão resolvidas no Parmênides, no Teeteto e no Sofista.
Apoios: Faculdade de Letras de Lisboa, Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Platão sobre a Linguagem e o Conhecimento
22 de Janeiro de 2010, 16:00
Sala Mattos Romão, FLUL, departamento de Filosofia
Maria Aparecida Montenegro (Universidade Federal do Ceará)
Formas e Sentido na Concepção Platónica da Linguagem
Resumo: No diálogo Fedro (247-d), depreende-se uma certa definição das Formas como constituindo o ser que realmente é (en to ho estin on ontos) e que, enquanto tal, não tem cor, nem rosto e se mantém intangível, de modo que sua visão só é proporcionada ao condutor da alma pelo intelecto, sendo o patrimônio do verdadeiro saber. Na tese defendida por Sócrates no Crátilo, as Formas parecem desempenhar o papel de referência dos nomes, devendo conferir-lhes a requerida justeza. Ora, a questão que se levanta é: como referências destituídas de conteúdo produzem as relações de sentido? À medida que se conclui no Crátilo que o sentido não pode prescindir dos modos de uso dos nomes, supomos que a concepção platônica de linguagem alia a metafísica a um componente que propomos chamar de pragmático. Nessa perspectiva, nosso intuito é mostrar que a metafísica não se apresenta como o fim maior da filosofia platônica, vindo antes servir a propósitos práticos.
José Trindade Santos (Universidade Federal da Paríba, CFUL)
""Como se poderia conhecer alguma coisa que não é?" (Rep. V 476a ad fin.)"
Resumo: O argumento contra os "amadores de espectáculos" levanta a Platão e aos platonistas problemas que põem em causa a possibilidade de se chegar a uma interpretação da "Teoria das Formas". É dominado por um triplo objectivo: 1. introduzir a "opinião" como competência cognitiva, a par do "saber"; 2. defini-las, comparando os seus domínios de aplicação e produtos; 3. integrá-las numa concepção unitária da actividade cognitiva. Todavia, no curso do argumento, Sócrates conclui paradoxalmente que os conteúdos da opinião necessariamente "são e não são". Desta admissão nasce uma cadeia de dificuldades que só serão resolvidas no Parmênides, no Teeteto e no Sofista.
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
LanCog Research Group, Sub-Grupo de Filosofia Antiga e Medieval
Instituto Filosófico de Pedro Hispano, Departamento de Filosofia da UL
Apoios: Faculdade de Letras de Lisboa, Fundação para a Ciência e a Tecnologia
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